quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Projeto Repelente Natural

REPELENTE NATURAL




Componentes: Elian Ricco Galvão Dias, John Kewen de Oliveira e Francisco Alves Sousa.

Orientadoras: Profª. Ildeth Ferreira Rosa e Profª. Simone Rosa de Marins Negreiros Coorientador: Profº Weber Rodrigues Silva.




Palmas 2015


RESUMO

A cerca de 10 anos, a população brasileira tem sofrido com a chegada da DENQUE, doença transmitida pelo mosquito AEDES AEGYPT
 O mosquito da Dengue apareceu em 1986 e desde então um ser tão pequeno causa bastante terror. As fêmeas podem botar seus ovos em qualquer recipiente tipo: tampas de garrafas pet, pneus, poças de água, latinhas de alumínio, etc. Esse bichinho pode se esconder até mesmo em sua casa.
Em 2007 os casos de Dengue aumentou cerca de 50% no Brasil inteiro e esse mosquito muito pequeno (1cm) que para poder enxergar é preciso de uma lupa. Ele só é pequeno mas causa esta doença que pode chegar a morte. O Aedes aegypti causa muitas dores: febre alta, dor atrás dos olhos, pintinhas vermelhas.
Este projeto surgiu tentando popularizar o conhecimento já existente de um repelente NATURAL, assim, ajudando as pessoas a prevenir as picadas do mosquito evitando ficar doente e morrer devido as consequências desta terrível doença.


INTRODUÇÃO

No Brasil, os primeiros relatos de dengue datam no final do século XIX, em Curitiba(PR), e do início de século XX, em Niterói(RJ). No início do século XX o mosquito já era um problema, mas não por conta da Dengue. Na época, a principal preocupação era a transmissão de febre amarela. Ela vem sendo tratada como uma doença perigosa, mortal e atual. Os casos aumentam a cada minuto que passa.


JUSTIFICATIVA

Ao estudarmos sobre o assunto nas aulas de educação ambiental, percebemos que a dengue   pode trazer a mortalidade para quem a contrai. Com o aumento dos índices de doentes e mortes ao passar dos anos, conhecemos em uma reportagem, uma antiga receita caseira utilizada como repelente e resolvemos que iríamos testá-la. Acreditamos que ela poderá ajudar muito as pessoas que se encontrem em situação de risco. Achamos que, é mais fácil para a maioria da população usar produtos naturais do que medicamentos industrializados. Protegendo, agindo e auxiliando as pessoas contra o mosquito da Dengue, é dever nosso e um compromisso social.



OBJETIVO

Visto que há altos índices de DENGUE em PALMAS, no TOCANTINS e no BRASIL, pretendemos com o nosso projeto REPELENTE NATURAL, atuar no combate contra o mosquito da DENGUE.  Com ele, nós iremos ajudar as pessoas a utilizarem materiais fáceis e baratos para o combate a esta doença. Assim além de eliminar os focos da doença, poderão prevenir o ataque dos mosquitos as pessoas com um produto fácil de conseguir.


MATERIAIS

Ø  2 PACOTES DE CRAVO
Ø  1 UM BALDE
Ø  1 LITRO DE ÁLCOOL
Ø  1 FUNIL
Ø  15 RECIPIENTES PLÁSTICOS COM BORRIFADORES DE ATÉ 50 ML.



MÉTODOS

Ø  Pegue um balde de pequeno.
Ø  Pegue o álcool e despeje dentro do balde.
Ø  Coloque o cravo dentro do balde c om o álcool.
Ø  Depois pegue um funil e despeje dentro dos recipientes de 50 ml, aguarde 24 horas e comece a usar.



RESULTADOS

Esperávamos que os mosquitos parassem de se reproduzir e picassem as pessoas onde aplicamos o produto. Isto realmente aconteceu.   
Na casa da tia de um dos componentes do nosso grupo, aplicou-se o produto e ela afirmou que os mosquitos sumiram daqui de casa...Senhora ROSIMEIRA QUEIROZ GALVÃO_CIDADE DE CAPANEMA_PARÁ.
Já na nossa sala de aula, a professora, nossa orientadora, aplicou então vimos e sentimos a melhora do ataque dos mosquitos.
Um outro colega nosso afirmou que levou pra casa, a mãe dele aplicou todos ficaram satisfeitos com o resultado, afirma dona KLEDINA DE OLIVERA-PALMAS,503N.



BIBIOGRAFIA



ANEXOS


















sexta-feira, 2 de maio de 2014

Seminário 9















Conhecimento científico: acesso, desenvolvimento e produção na disciplina de Metodologia da Língua Portuguesa.

INTRODUÇÃO
As várias metodologias utilizadas pelos educadores brasileiros, ao longo dos anos, para que a Língua Portuguesa seja amplamente conhecida foi à motivação que levou a inclusão desta disciplina ao curso de Pedagogia.
Reconhecer como se dá a entrada, o desenrolar e a construção da língua mater brasileira dentro da vida humana, no contexto escolar e social, faz-se necessário para o bom embasamento teórico dos futuros profissionais.
Essa aquisição pode ocorrer através de estudos realizados na sociedade humana e vida escolar, em diferentes épocas e etapas do ensino.
Isso ocorre quando se acentua, diferencia-se e sintetiza-se o processo de construção do conhecimento sobre o acesso, o desenvolvimento e a produção na disciplina de Metodologia da Língua Portuguesa, que foi de onde partimos para dirimir as dúvidas sobre o assunto.
Língua Portuguesa: o desafio de aprender e ensinar a toda prova
Desde o ventre, as palavras (linguagem) nos são apresentadas e as reconhecemos no nascimento, nos primeiros anos de vida, adolescência, juventude, vida adulta e terceira idade. Esta linguagem se reflete em nossas ações e inicia o nosso conhecimento de mundo, que também é passado de geração em geração.  Levamos a mesma durante toda a existência, assim dizemos que é construído o Censo Comum.
Durante a vida escolar (educacional), somos direcionados ao aprendizado a partir de análises baseadas em fatos reais e ocorrências comprovadas através de pesquisas e resultados. Portanto, contextualizamos nossos saberes com o que nos é apresentado, e, passamos a dispor do agora Conhecimento Científico.
No entanto, se queremos definir como a metodologia do ensino da Língua Portuguesa vem sendo aplicada, precisamos conhecer além dos fatores históricos. Temos que saber como foi e  é o acesso à língua, de que forma se desenvolve, ao longo do tempo, na vida educacional, além de sua reprodução.
O acesso à aquisição (formal) do sistema de escrita, segundo observações e pesquisas, dá-se de forma equivocada. Por muitas vezes, ainda ocorre o adiantamento do processo devido à ansiedade pela “produção” palpável na escola. Impede-se com isso o “desenvolvimento” natural, livre e saudável de meninos e meninas, embora se verifique que os Parâmetros Curriculares Nacionais contribuíram significativamente para a prática do ensino da linguagem como afirmam Motta-Roth e Meurer (2002). Mesmo assim, o contexto escolar, em muitos casos, age com negligência por achar “perda de tempo” contar histórias; conversar sobre nossas impressões de algo; registar nossas vivências; produzir textos reais para fins sociais reais; cantar músicas; ler textos reais com toda a sua complexidade (letras, fonemas e ortografia); investigar nossas curiosidades; etc.
As características do pouco acesso à língua acima citadas eram muito explícitadas. Com isso, o desenvolvimento pouco ocorreu a partir da contextualização, principalmente entre os anos 80 e 90, por conta da preocupação exacerbada com a linguagem normatizada.
As metodologias adotadas para o ensino da língua portuguesa eram pouquíssimas empregadas no sentido de estarem presentes no dia a dia do educando, então a linguagem desenvolveu-se de forma lenta, como afirma a professora: “Ainda na escolha do livro didático, éramos impelidos a uma gama de literaturas que nada tinham em comum com o dia a dia de nossos alunos” (Prof.ª Mônica Rosa de Marins Gomes - Rede Estadual do Tocantins), isso no final da década de noventa e início dos anos 2000.
Sendo a produção intrinsicamente ligada a prática, como afirma Kopnin(1978):
“O conhecimento está necessariamente imbuído no campo da atividade prática do homem, mas para garantir o êxito desta atividade ele deve relacionar-se necessariamente com a realidade objetiva que existe fora do homem e serve de objeto a essa atividade.” (Kopnin, 1978, p.125)
A construção do conhecimento linguístico como preconiza os PCNs foi prejudicada, ou seja, quase nada foi produzido.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Ao observar os levantamentos relacionados nesta pesquisa, entendemos que não devemos ter pressa de enxergarmos resultados visíveis em estatísticas governamentais, pois estaremos valorando o desenvolvimento quantitativo e não qualitativo da aprendizagem na língua.
Devemos ainda refletir se possibilitaremos alguma coisa que possa ser aceita como “escrita e leitura” e formar quadros satisfatórios. Mas, satisfatórios pra quem?
Para concluir, enquanto educadores e professores, precisamos ainda na formação, adentrar ao mundo teórico-metodológico. Isso facilitará a atuação competente e efetiva na escola através da integração da teoria e da prática, além da reflexão causada por essa ação.
A partir da reflexão, provocar um aprofundamento entre teoria-prática-teoria na relação pedagógica professor-aluno-objeto do conhecimento.
Vale ainda lembrar que:
“O ensino de língua materna se justifica prioritariamente por objetivo de desenvolver a competência comunicativa dos usuários da língua (falante, escritor/ouvinte, leitor), isto é, a capacidade de empregar adequadamente a língua nas diversas situações de comunicação.
Portanto este desenvolvimento deve ser entendido como progressiva capacidade de realizar a adequação do ato verbal as situações de comunicação.” (2000:17).
Embora tudo, sabemos que se faz necessário muito ainda se fazer em termos de pesquisas para então auxiliar o complexo mundo da metodologia educacional, em se tratando da Língua Portuguesa e sua complexidade.
Essa complexidade exige de nós dedicação e renovação nas ações pedagógicas inerentes ao dia a dia educacional, pois somente assim estaremos contribuindo de forma singular para a construção de cidadãos críticos e não “fracassados”.     

Referências Bibliográficas:
Ø  http://www.significados.com.br/conhecimento/
Ø  http://www.recantodasletras.com.br/artigos/705184
Ø  Site: www.ibge.gov.br
Ø  MEURER,J.L ;MOTTA-ROTH,D. (Orgs.). Gêneros textuais: subsídios para o ensino da linguagem.
Ø  KOPNIN, P.V. A dialética como lógica e teoria do conhecimento. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira ,1978.
Ø   Parâmetros Curriculares Nacionais.
Ø  CAPELLINI, A.S, Poleti FS, Renzo, Arruda PD, Pieroni  R, et al. Formação de interlocutores para a  construção de linguagem escrita: manual de orientação a pais e professores de crianças com dificuldades escolares. Temas sobre Desenvolvimento 2000; 9(50): 33-9.
Ø  FREIRE, Paulo. Pedagogia da esperança _ um reencontro com a Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Políticas para a Educação Infantil: Caminhos atuais


INTRODUÇÃO

A educação infantil brasileira ao longo da história passou por muitas transformações, das quais até hoje podemos afirmar, sofremos e colhemos resquícios positivos e negativos da influência histórico educacional. Todas estas transformações muitas vezes não foram comprovadas através de documentos.
O objetivo desse trabalho é exatamente demonstrar através de estudos realizados, as políticas públicas que embasam todo o fazer pedagógico que tínhamos e que temos no Brasil das muitas faces.
Nessa perspectiva vamos discutir temáticas com o intuito de construir saberes a respeito da comprovação documental e sistemática do mundo da educação infantil após a proclamação da república.




A educação infantil no Brasil
A educação infantil no Brasil de ontem era caracterizada pelo higienismo, limpezasempre, pela filantropia, o auxílio aos menos afortunados e pela puericultura, onde se buscava os melhores meios para o desenvolvimento fisiológico da criança.
As crianças direcionadas a estes lugares ou instituições no início do séc.XIX, eram filhos de mães solteiras, direcionados a então roda dos expostos, como afirmado por AQUINO (2001, p. 31) ,lugar onde se preocupavam com os cuidados daalma.
Quanto às professoras, eram chamadas de cuidadoras, aquelas que afastavam as crianças de todo o perigo físico.
Durante muitos anos, passando inclusive pela ditadura militar, estas características foram mantidas. Até que em 1988 a Constituição garantiu o acesso à escola de toda criança brasileira dando-lhecom absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária...(art. 227).
O governo federal passou a elaborar e promover a partir de então, políticas públicas para eliminar as dificuldades existentes.
A LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) veio nortear todo o fazer desta faixa etária, classificando-a inclusive como primeira etapa da educação básica em 1996.
Em 1998, o governo federal através do ministério da educação abriu o credenciamento das instituições, referendando os cuidados se terem em cada uma e o currículo através do RCNEI (Referencial Curricular Nacional da Educação Infantil) além de especificar que a partir de então a criança seria encarada como um indivíduo com necessidade de formação integral, onde ocuidar e educarestariam sempre juntos.
Consoantes a estas especificações, o MEC deixou a cargo de cada instituição montar suas propostas pedagógicas com as características próprias da localidade e suas necessidades, tendo a participação efetiva do corpo docente.
Neste ano também, o governo instituiu o Fundef- Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do ensino Fundamental e Valorização do Magistério, para subsidiar através de um percentual de impostos as aquisições e/ou modificações necessárias ao novo modelo educacional.
O tempo passou e HOJE acriança é uma realidade legal, enfatizam Aquino & Vasconcellos (2005), referendada em documentos oficiais....
Embora se tenham investido, nenhum município brasileiro conseguiu ter em suas creches ou pré-escolares 100% de crianças entre 0 e 6 anos até o Censo 2010, por isso o governo federal lançou outros programas para que até 2016 este impasse seja solucionado.
Programas como Pró-infância (Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil, oportunizando a cada local adquirir o material pedagógico necessário e adequado a sua demanda.
Lançou o Pró-infantil - Curso em nível médio, a distância, na modalidade Normal e sem fins lucrativos, propiciando assim que em lugares onde houver carência de formação profissional básica adequada, isto se faça. Implantou e fez valer a Plataforma Freire - Plano Nacional de Formação dos Professores, onde profissionais de todo territórios brasileiros têm como exercer suas funções com a formação superior necessária para sua área de atuação.
Extinguiu o FUNDEF e transformou-o em FUNDEB com os mesmos moldes do anterior copiando tudo que deu certo e execrando o que não foi positivo.
Por último lançou o Brasil Carinhoso - tem como um de seus objetivos, reforçarem a transferência de renda e fortalecer a educação em material pedagógico, merenda escolar e vagas nas creches e pré-escolares.



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CONSIDERAÇÕES FINAIS
Para concluir, reconheces-se que a fazer, ainda temos muito, no entanto, conseguimos visionar grandes avanços alcançados na educação infantil. Vemos mais aquisição de materiais pedagógicos e maior número de vagas em instituições que acampam esta faixa etária.
Quanto aos profissionais que nela exercem suas funções podem perceber a valorização do trabalho que exercem e as maiores condições para a formação continuada. Basta que incorporemos de uma forma singular ocuidar e educar estipulado nos documentos legais.
Sabemos que mesmo assim tudo isso ainda não é o suficiente para que nosso território não sofra com a falta de oportunidade escolar específica. Esperamos, contudo que todos estejamos comprometidos com a formação de nossos brasileirinhos que nos substituíram em pouco tempo.

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Referências Bibliográficas:

  • http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12579%3Aeducacao-infantil&Itemid=859
  • http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/legislacao/educacao-infantil-prioridade-425468.shtml
  • Brasil (1996). Ministério da Educação. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº. 9.394, de 20 de dez. 1996.
  • (1998a). Constituição Brasileira de1988. 10 ed. Atualizada em 1998. Brasília, Câmara dos Deputados, Coordenação de Publicações.
  • (2001). Ministério da Educação. Números da Educação no Brasil. Brasília, INEP.
  • (2002). Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília, MEC.
  • (2005). Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Política Nacional de Educação infantil: pelo direito das crianças de zero a seis anos à Educação.
  • http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=2&ved=0CDgQFjAB&url=http%3A%2F%2Fpt.scribd.com%2Fdoc%2F21655835%2FA-indissociabilidade-entre-educar-cuidar-e-brincar&ei=7yRDUaayFq2j4AO6hIHIDQ&usg=AFQjCNE_8y0IUdsOsxNEEiJBV4Pjrjq6pw&sig2=uqDtdDiFcXDyzcKuC4mXtA&bvm=bv.43828540,d.eWU